Bikes transformam CEOs em líderes melhores, diz pesquisa

Quer se tornar um líder melhor em sua empresa? Vá de bike! (Foto: Getty Images)

Um recente estudo pesquisou os hobbies de alguns dos CEOs mais poderosos do mundo e constatou: mesmo com a agenda cheia, eles arrumam tempo para praticar esportes de endurance, como ciclismo.

E o melhor: acreditam que são melhores profissionais exatamente por causa disso.

O estudo, publicado na Harvard Business Review, investigou os hobbies de 56 CEOs que costumam postar ou divulgar suas atividades (em artigos, vídeos ou redes sociais) – por “hobbies”, entenda-se interesses profundos em alguma atividade de lazer em que o indivíduo investe tempo e energia consideráveis.

Os hobbies variaram de tocar guitarra e tocar como DJ a participar de provas de mountain bike e triathlon. O objetivo da pesquisa era descobrir se esses líderes consideravam que os hobbies os ajudavam em suas habilidades de liderança.

Para os CEOs que praticam esportes de endurance, as horas gastas em seus esportes têm um enorme impacto em sua vida profissional.

Para eles, “competições ajudam a chegar à melhor versão de si mesmos”.

É o caso, por exemplo, de Mike Gregoire, CEO da CA Technologies, e um entusiasmado mountain biker.

Em 2016, ele convidou 35 dos seus clientes para assistir à final do Tour de France, em Paris, e depois juntou-se a uma pedalada com a equipe Trek-Segafredo.

Para Mike, competições de ciclismo ainda colaboram para divertir e distrair homens de negócios com agendas atribuladas.

LEIA MAIS: 7 maneira de superar os bloqueios mentais

Para ele, há ainda o aspecto da humildade: “Quando você está em cima da bike, ninguém sabe que você é um CEO. Você pedala ao lado de mecânicos, professores e diferentes outros tipos de profissionais – e todos são iguais entre si.”

Para os CEOs entrevistados na pesquisa, exercícios de endurance como pedalar também os coloca no “aqui e agora”, bloqueando pensamentos e preocupações sobre seus afazeres.

“O esporte é uma maneira fantástica de clarear a mente e trabalhar o foco”, disse um dos CEOs que participaram do estudo.