Trek apresenta suas novas bikes

Bikes elétricas e supermáquinas para a estrada estão entre as grandes atrações da marca para este ano

Por Erika Sallum

Bikes elétricas e supermáquinas para a estrada estão entre as grandes atrações da marca para este ano

A Trek Brasil apresentou ontem, em São Paulo, sua nova linha de bikes de estrada, mountain bikes, de aventura e urbanas.

A Bicycling Brasil foi lá conferir alguns dos lançamentos mais esperados do momento — entre eles, claro, a nova Madone, a supermáquina de ciclismo de estrada da marca, considerada uma das bikes mais bonitas do Tour de France 2018.

Criada em 1976 em Waterloo, no Wisconsin (EUA), a Trek é uma das fabricantes que mais avanços faz em tecnologia, e os novos modelos comprovam isso. A marca aposta na evolução das bikes elétricas, incluindo versões poderosas all mountain para encarar trilhas e singletracks com pedal assistido.

Infelizmente os impostos brasileiros salgam o preço final das belezuras mais top de linha. Mas a Trek tem investido em produtos de entrada para que sejam bons e tenham valores mais camaradas, caso da sua mountain bike Marlin.

A Bicycling Brasil testou diversas magrelas da Trek no asfalto e na terra e mostra aqui um pouco do que foi revelado na apresentação. Na edição impressa de nossa revista, que sairá em setembro, confira em maiores detalhes algumas das novidades.

MOUNTAIN BIKE

A grande novidade da Trek neste ano é sua hardtail de entrada Marlin, que está repaginadíssima. Nesta versão, ela chega com cabeamento interno e ar bem mais elegante. De alumínio Alpha Silver, o novo quadro agora conta com linhas arredondadas bem mais contemporâneas. O seatpost aceita canotes retráteis – uma mão na roda na hora de descer pirambas íngremes, quando baixar a altura do selim ajuda no desafio.

Na nova Merlin 7, as manoplas “lock on” não possuem mais aquela extensão ergonômica, tornando-se mais compatível com pilotos que querem mais performance.

Com recursos como furações para bagageiro, a Marlin também pode ser uma companheira para ir de casa ao trabalho, e claro para passear nas trilhas nos finais de semana.

ELÉTRICAS PARA MOUNTAIN BIKE

O mercado de bikes elétricas não para de crescer, inclusive no Brasil. A Trek já se ligou disso e vem desenvolvendo modelos que unem eficiência, diversão e praticidade — tanto para as cidades como para as trilhas. Neste filão, quem brilha neste ano é a Powerfly.

Disponível nas versões semirrígida, suspensão total (130 mm) e curso longo (150 mm), a linha Powerfly traz como grande atrativo sua bateria (da Bosch), em um sistema facilmente removível (há até uma alça para facilitar o manuseio dela na hora de carregar). Os modelos em carbono são muito leves para a categoria de e-bikes e voam nas trilhas.

ESTRADA

Na linha de estrada — e de bikes muito boas e mais em conta –, está a Émonda ALR. O público brasileiro ainda acha que quadros de alumínio são inferiores e estão degraus abaixo das versões em carbono. Isso mudou: hoje várias marcas estão desenvolvendo projetos incríveis em alumínio, muitas vezes até mais leves que as versões em carbono.

LEIA MAIS: Nova Trek Madone é uma supermáquina de R$ 80 mil.

Em vez de comprar uma carbono “meia boca”, invista em uma boa bike de alumínio, caso desta nova Émonda de cabeamento interno e design supermoderno.

O quadro, hidroformado, chega cheio de charme, em cinco versões (em disco ou freio no aro, e diferentes opções de grupos Shimano). Olha a leveza: no tamanho 56, o quadro da Émonda ALR varia de 1,112 kg (freio no aro) a 1,131 kg (disco).