E-bike descoberta em processo da Lava Jato custa mais de R$ 40 mil

A Stromer ST5 tem motor potente, componentes de ponta e autonomia de 180 km

Lava Jato

Recentemente o auditor fiscal da Receita, Alexandre Ferrari Araújo, foi acusado de extorsão por um empresário em uma operação da Lava Jato no Rio. Investigações descobriram que Alexandre usou parte do dinheiro obtido de maneira ilegal para comprar uma bicicleta elétrica top de linha da marca suíça Stromer: a ST5, que é avaliada em US$ 10 mil (pouco mais de R$ 41 mil). E, segundo e-mails revelados, foi exatamente este valor que o auditor fiscal teria pago.

O modelo é luxuoso: tem motor de 840 watts e autonomia de 180 km. Sua velocidade máxima é de 45 km/h, com computador de bordo integrado ao quadro com tela de LCD touchscreen.

De acordo com procuradores da Lava Jato no Rio, Alexandre fazia parte de um grupo que montou um esquema sofisticado para camuflar propinas.

>> Bianchi revela sua nova mountain bike elétrica

Mas vamos ao modelo A Stromer ST5 é o carro-chefe da marca suíça. Praticamente todos os seus acessórios e equipamentos estão de acordo com o que de melhor a tecnologia oferece atualmente.

Tem pneus Pirelli desenvolvidos especialmente para este modelo, com proteção anti-furo e aderência especial para pisos molhados. Vem com freios a disco de quatro pistões da TRP, totalmente compatíveis com a potência de seu motor, que possui ainda um “modo esportivo” para aceleração extra.

A ST5 traz câmbios eletrônicos Shimano XTR Di2 (o mesmo modelo top utilizado em competições de mountain bike), e farol Supernova M99 Pro (integrado ao guidão).

O design clean e agressivo da bike é outra característica que chama a atenção: é uma e-bike realmente linda.

Além disso, possui sistema antirroubo que bloqueia a bike em três partes. Mesmo assim, a ST5 tem localizador por GPS que envia dados por SMS ou e-mail.