Patinete elétrico: Brasil registra segunda morte no trânsito

Patinete elétrico
(Foto: Fiona Goodall/Getty Images)

No sábado (7), o empresário Roberto Pinto Batista Júnior sofreu um acidente enquanto usava um patinete elétrico. Ele bateu violentamente a cabeça em um bloco de concreto, sofrendo traumatismo craniano e morrendo momentos depois.

Esta foi a segunda morte já registrada no Brasil em razão de um acidente envolvendo patinete elétrico.

Roberto, que tinha 43 anos, circulava com o patinete elétrico em uma ciclofaixa pelas ruas do centro de Belo Horizonte (MG) quando se acidentou.

Ele chegou a ser socorrido. Foi levado ao pronto-socorro por uma ambulância, mas não resistiu.

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Os patinetes elétricos ganham cada vez mais popularidade como uma alternativa ao transporte urbano. Cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, entre outras, já possuem sistemas de compartilhamento desse veículo.

São Paulo foi uma das primeiras cidades a impor uma regulamentação sobre este tipo de transporte. Entre as regras principais, destacam-se:

– Fica proibida a circulação de patinetes elétricos em calçadas;

– Só podem circular em ciclovias, ciclofaixas ou ciclorrotas;

– A velocidade máxima permitida a este veículo é de 20 km/h.

Há multas previstas a quem descumprir as regra, que deverão ser pagas pela empresa ou pelo condutor. A obrigatoriedade do uso de capacete foi suspensa pela Justiça.

O uso dos patinetes elétricos no trânsito também é um assunto polêmico em outros países. Países como França e Inglaterra já foram notícia por conta da morte de usuários de patinetes elétricos.

Pelo visto, este é um debate que está só no começo.